There's no room for a pure heart in a system that views true corruption as a pure art.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
REALLY?
Espero que 2012 chegue rápido. Não tenho muito mais a dizer...
Any of you fancy the new series "Sherlock" from BBC? I've re-watched the 1st season at least six times(yes, the unaired pilot included...) because of lack of more time and I never expected to actually find this:
No more words needed.
[edit]
Já agora: parabéns a todos que conseguiram resolver a última das Hidden Messages...
Sherlock, give us some credit... It's obvious isn't it?
[/edit]
Any of you fancy the new series "Sherlock" from BBC? I've re-watched the 1st season at least six times
No more words needed.
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Já agora: parabéns a todos que conseguiram resolver a última das Hidden Messages...
Sherlock, give us some credit... It's obvious isn't it?
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
THRILL
Está frio. Não, na verdade está um frio de gelar.
Não sinto nada no meu corpo para além de dores horríveis. Estou suado, encharcado, cheio de cortes na cara e o meu cérebro parece um disco riscado: "Corre. Não pares... Corre. Não pares".
Isto é mau... Muito mau.
Não há barulho nenhum para além das minhas botas a pisarem o chão molhado coberto de folhas, ramos e mais o que quer que seja que podemos encontrar numa floresta em pleno Inverno e a minha respiração ofegante. Está tudo muito silencioso e isso não me agrada nem um bocado.
Corro mais e mais rápido, mas todos os meus múculos me pedem para parar!
Pára!
Cheguei ao fim da linha. Uma clareira sem saída, a não ser que haja alguma aranha radioactiva para estes lados... O que não me parece provável.
Voltar atrás. Não! Outra saída, tem de haver outra saída.
Cada vez a floresta parece mais silenciosa. A adrenalina corre-me nas veias e parece que tudo se move demasiado devagar... Seria fantástico se fosse noutra situação.
Despacha-te! Ele vem atrás de ti.
O velho anda para trá e para a frente. Caçadeira na mão e indumentária a rigor para uma caçada. Outro homem mais novo está sentado a frente dele. Mãos e pés atados, boca mordaçada, olhar e postura inquetos, suor a acumular-se na testa: medo. O velho continua a falar calmamente e com uma paixão doentia sobre o assunto.
"Os humanos são muito mais interessantes... O grau de inteligência em comparação com outros animais é bastante superior. No entanto, quando caço, a maioria dos animais sobrevive à caçada muito mais tempo que os humanos. Humanos são muito mais divertidos de ver fugir e a falhar repetidamente: cada escolha é pior que a anterior. Consigo antecipar cada movimento vosso, como se fosse um mapa à minha frente."
Tirou a faca escondida na cintura e levou-a ao pescoço do homem e encostou-a com força suficiente para deitar algumas gotas de sangue.
"Corre." Continuou o caçador. "Não pares... Ou a caçada não valeria a pena."
Com um sorriso malévolo soltou-o e deixou-o afastar-se até o perder de vista.
A excitação era facilmente lida no perfil do caçador demente. "A época de caça, começou agora..."
Uma caverna.
Atrás de uns arbustos estava algo semelhante a uma caverna grande o suficiente para caber lá dentro ajoelhado ou de cócoras.
Entrei e andei o mais que pude, mas por alguma razão não fiaquei surpreendido quando me apercebi que não ia mais fundo do que me encontrava. Dez metros para dentro da rocha sólida.
Sentei-me e descansei pela primeira vez em dois dias. Sentia o coração a latejar-me nos ouvidos.
Ramos a partirem-se lá fora.
Chegou.
De certeza, o homem conhecia aquele esconderijo. De certeza, muitos tinham morrido ali antes dele e, infelizmente, outros iriam morrer ali depois dele.
Mais uma vez, os meus instintos tomam conta do meu corpo incitados pelo medo puro de toda a cena que se desenrola naquele momento... Tão irreal como um filme.
As folhas que ele tinha deixado em monte à frente da caverna são afastadas delicadamente, com calma... Ele também sabe que o fim está próximo.
A voz rouco do velho chama-o carinhosamente mas as suas palavras prometem o oposto.
O frenesim na minha mente impele-me para o fundo da caverna, como se miraculosamente ela desse origem a uma saída... De uma lado para o outro de costas contra a rocha irregular, arranhando-me as costas, mas cuja dor não parece existir no momento. O bafo de ar quente que se condensa tão rapidamente quanto sai dos meus lábios, cada vez a intervalos menores. O meu coração bate de maneira irregular a cada passo a que se aproxima.
Quando nos encontramos frente a frente, mal iluminados por uma frecha de luz detrás do perfil sinuoso do caçador, fazendo-o parecer mais perigoso que qualquer outro predador que pudesse aparecer ali. Essa frecha de luz reflectida nos meus olhos, uma presa tão impotente como o mais minúsculo dos insectos.
Ele empunha a caçadeira em direcção à minha testa: ia ser abatido como um animal para o matadouro.
Fui apanhado. É o fim.
Fechei os olhos, admitindo a derrota e rezando para que não doesse muito.
O clique do gatilho foi a última coisa que ouvi.
Não sinto nada no meu corpo para além de dores horríveis. Estou suado, encharcado, cheio de cortes na cara e o meu cérebro parece um disco riscado: "Corre. Não pares... Corre. Não pares".
Isto é mau... Muito mau.
Não há barulho nenhum para além das minhas botas a pisarem o chão molhado coberto de folhas, ramos e mais o que quer que seja que podemos encontrar numa floresta em pleno Inverno e a minha respiração ofegante. Está tudo muito silencioso e isso não me agrada nem um bocado.
Corro mais e mais rápido, mas todos os meus múculos me pedem para parar!
Pára!
Cheguei ao fim da linha. Uma clareira sem saída, a não ser que haja alguma aranha radioactiva para estes lados... O que não me parece provável.
Voltar atrás. Não! Outra saída, tem de haver outra saída.
Cada vez a floresta parece mais silenciosa. A adrenalina corre-me nas veias e parece que tudo se move demasiado devagar... Seria fantástico se fosse noutra situação.
Despacha-te! Ele vem atrás de ti.
~:~
"Os humanos são muito mais interessantes... O grau de inteligência em comparação com outros animais é bastante superior. No entanto, quando caço, a maioria dos animais sobrevive à caçada muito mais tempo que os humanos. Humanos são muito mais divertidos de ver fugir e a falhar repetidamente: cada escolha é pior que a anterior. Consigo antecipar cada movimento vosso, como se fosse um mapa à minha frente."
Tirou a faca escondida na cintura e levou-a ao pescoço do homem e encostou-a com força suficiente para deitar algumas gotas de sangue.
"Corre." Continuou o caçador. "Não pares... Ou a caçada não valeria a pena."
Com um sorriso malévolo soltou-o e deixou-o afastar-se até o perder de vista.
A excitação era facilmente lida no perfil do caçador demente. "A época de caça, começou agora..."
~:~
Uma caverna.
Atrás de uns arbustos estava algo semelhante a uma caverna grande o suficiente para caber lá dentro ajoelhado ou de cócoras.
Entrei e andei o mais que pude, mas por alguma razão não fiaquei surpreendido quando me apercebi que não ia mais fundo do que me encontrava. Dez metros para dentro da rocha sólida.
Sentei-me e descansei pela primeira vez em dois dias. Sentia o coração a latejar-me nos ouvidos.
Ramos a partirem-se lá fora.
Chegou.
De certeza, o homem conhecia aquele esconderijo. De certeza, muitos tinham morrido ali antes dele e, infelizmente, outros iriam morrer ali depois dele.
Mais uma vez, os meus instintos tomam conta do meu corpo incitados pelo medo puro de toda a cena que se desenrola naquele momento... Tão irreal como um filme.
As folhas que ele tinha deixado em monte à frente da caverna são afastadas delicadamente, com calma... Ele também sabe que o fim está próximo.
A voz rouco do velho chama-o carinhosamente mas as suas palavras prometem o oposto.
O frenesim na minha mente impele-me para o fundo da caverna, como se miraculosamente ela desse origem a uma saída... De uma lado para o outro de costas contra a rocha irregular, arranhando-me as costas, mas cuja dor não parece existir no momento. O bafo de ar quente que se condensa tão rapidamente quanto sai dos meus lábios, cada vez a intervalos menores. O meu coração bate de maneira irregular a cada passo a que se aproxima.
Quando nos encontramos frente a frente, mal iluminados por uma frecha de luz detrás do perfil sinuoso do caçador, fazendo-o parecer mais perigoso que qualquer outro predador que pudesse aparecer ali. Essa frecha de luz reflectida nos meus olhos, uma presa tão impotente como o mais minúsculo dos insectos.
Ele empunha a caçadeira em direcção à minha testa: ia ser abatido como um animal para o matadouro.
Fui apanhado. É o fim.
Fechei os olhos, admitindo a derrota e rezando para que não doesse muito.
O clique do gatilho foi a última coisa que ouvi.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
EVANESCENCE - WHAT YOU WANT
Uma música nova da minha banda preferida? Claro que faço um post disso!
Letra:
Letra:
Do what you what you want, if you have a dream for better
Do what you what you want till you don’t want it anymore
(remember who you really are)
Do what you what you want, your world’s closing in on you now
(it isn’t over)
Stand and face the unknown
(got to remember who you really are)
Every heart in my hands like a pale reflection
Hello, hello remember me?
I’m everything you can’t control
Somewhere beyond the pain there must be a way to believe we can break through
Do what you what you want, you don’t have to lay your life down
(it isn’t over)
Do what you what you want till you find what you’re looking for
(got to remember who you really are)
But every hour slipping by screams that I have failed you
Hello, hello remember me?
I’m everything you can’t control
Somewhere beyond the pain there must be a way to believe
Hello, hello remember me?
I’m everything you can’t control
Somewhere beyond the pain there must be a way to believe
There’s still time
Close your eyes
Only love will guide you home
Tear down the walls and free your soul
Till we crash we’re forever spiraling down, down, down, down
Hello, hello, it’s only me
Infecting everything you love
Somewhere beyond the pain there must be a way to believe
Hello, hello remember me?
I’m everything you can’t control
Somewhere beyond the pain there must be a way to learn forgiveness
Hello, hello remember me?
I’m everything you can’t control
Somewhere beyond the pain there must be a way to believe we can break through
sábado, 24 de setembro de 2011
POTTERMORE
Finalmente recebi o mail que me permite o acesso ao Pottermore para beta-testing.
Acabei mesmo agora de comprar o meu animal (uma coruja-das-torres) conseguir a minha varinha *A*
WAND:
Length - 10 in.
Wodd - Alder
Core - Unicorn
Flexibility - Surprisingly swishy
Lengh & Flexibility (10 in.; Surprisingly swishy)
Most wands will be in the range of between nine and fourteen inches.
Wand flexibility or rigidity denotes the degree of adaptability and willingness to change possessed by the wand-and-owner pair.
Wood (Alder)
Alder is an unyielding wood, yet I have discovered that its ideal owner is not stubborn or obstinate, but often helpful, considerate and most likeable. Whereas most wand woods seek similarity in the characters of those they will best serve, alder is unusual in that it seems to desire a nature that is, if not precisely opposite to its own, then certainly of a markedly different type. When an alder wand is happily placed, it becomes a magnificent, loyal helpmate. Of all wand types, alder is best suited to non-verbal spell work, whence comes its reputation for being suitable only for the most advanced witches and wizards.
Core (Unicorn)
Unicorn hair generally produces the most consistent magic, and is least subject to fluctuations and blockages. Wands with unicorn cores are generally the most difficult to turn to the Dark Arts. They are the most faithful of all wands, and usually remain strongly attached to their first owner, irrespective of whether he or she was an accomplished witch or wizard.
Minor disadvantages of unicorn hair are that they do not make the most powerful wands (although the wand wood may compensate) and that they are prone to melancholy if seriously mishandled, meaning that the hair may 'die' and need replacing.
(A/N: Seems legit! xD)
Acabei mesmo agora de comprar o meu animal (uma coruja-das-torres) conseguir a minha varinha *A*
WAND:
Length - 10 in.
Wodd - Alder
Core - Unicorn
Flexibility - Surprisingly swishy
Lengh & Flexibility (10 in.; Surprisingly swishy)
Most wands will be in the range of between nine and fourteen inches.
Wand flexibility or rigidity denotes the degree of adaptability and willingness to change possessed by the wand-and-owner pair.
Wood (Alder)
Alder is an unyielding wood, yet I have discovered that its ideal owner is not stubborn or obstinate, but often helpful, considerate and most likeable. Whereas most wand woods seek similarity in the characters of those they will best serve, alder is unusual in that it seems to desire a nature that is, if not precisely opposite to its own, then certainly of a markedly different type. When an alder wand is happily placed, it becomes a magnificent, loyal helpmate. Of all wand types, alder is best suited to non-verbal spell work, whence comes its reputation for being suitable only for the most advanced witches and wizards.
Core (Unicorn)
Unicorn hair generally produces the most consistent magic, and is least subject to fluctuations and blockages. Wands with unicorn cores are generally the most difficult to turn to the Dark Arts. They are the most faithful of all wands, and usually remain strongly attached to their first owner, irrespective of whether he or she was an accomplished witch or wizard.
Minor disadvantages of unicorn hair are that they do not make the most powerful wands (although the wand wood may compensate) and that they are prone to melancholy if seriously mishandled, meaning that the hair may 'die' and need replacing.
(A/N: Seems legit! xD)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
SETH RAYMOND
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