"I don't know where this is.
I don't even know how long I've been here.
Just one thing I know..."
Where am I? I can't see anything in this darkness... I'm laid on something hard. Rocks.
Maybe it's still night, I just have to wait a while longer so I can see...
There's a few light now, but in here is still dark... So dark... At least, I can manage to see where I am.
A cave. Can I go outside?
What's wrong? Something feels heavy in my limbs... Chains. Why am I chained? Have I done something wrong?
Guess I can't remember. Even if they're heavy I can move. But I can't leave this place... I'm locked up. Sealed away from the outside world...
Wait. I can always wait for someone to pass by. Although I have this strange feeling that I was already waiting for someone... And that I'll keep on waiting for...
...
I don't know who it is. I'm waiting for someone and I don't know who...
If I don't know who I'm waiting for, why is that it hurts so much? Pain. Why is this pain throbbing in my chest? Tears. Why are they falling? Why can't I stop crying?
Loneliness. I'm so lonely. How much has it been since I saw someone? I don't remember have ever seen someone. Have I been left here to be forgotten? Does someone remember me? Guess not.
How long am I waiting? Will someone ever pass by? It feels like I'm here for centuries. Actually, I've never seen someone around.
It's still dark in here. Dark. It has been so long since I've been in the darkness. The sunlight never comes here... All I can see is the sky, clouds and snow at sometimes. But never the Sun... I can never see it. Where am I anyway?
I don't know where this is.
I don't even know how long I've been here.
Just one thing I know...
"Goku".
My name.
That's all.
There's no room for a pure heart in a system that views true corruption as a pure art.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
NEIL
Carpe diem… Aproveita o dia, é o significado desta expressão. Quando o professor disse isto, tu percebeste que era o que faltava na tua vida e, a partir desse momento, tornou-se o teu lema. Qualquer fosse a situação em que te encontrasses, guiavas-te por ela e isso transformou-te completamente… Abandonaste o carácter rígido com que te vi no primeiro dia de escola e passaste a ser feliz. Todos perceberam a diferença no teu comportamento pelo brilho nos teus olhos. Tinhas começado a viver e a ser quem tu eras na realidade.
No dia em que fui transferido e descobri que eras o meu colega de quarto, começaste logo a ser simpático e tornaste-te no meu melhor amigo. Não foste o único a tentar meter conversa e fazeres com que me integrasse, mas foste o único a insistir quando todos os outros desistiram… Foste o único que reparou que eu existia, mesmo quando eu já tinha desistido de tentar fazê-lo… Obrigado!
Foi graças a ti que me juntei ao Clube e, embora o resto dos iniciados o tenha abandonado, é por ti que ainda venho cá, como uma homenagem. E é isso que estou aqui a fazer hoje, embora eu ainda seja um iniciado e tu já sejas um membro a sério, visto que agora tens o que precisavas para o ser: estás morto.
Há já um ano, tinhas actuado na estreia do “Sonho de Uma Noite de Verão”. Tinhas feito a melhor representação da tua vida (e eu tinha-te visto a ensaiar todas as noites e já pensava que eras mesmo muito bom). Nunca te tinha visto tão feliz, pelo menos até aparecer o teu pai… Obrigou-te a entrar no carro e desapareceram os dois.
A partir daí, não sei o que se passou entre ti e ele, mas no dia seguinte quando o resto do Clube me foi acordar… Não sei explicar o que senti. Apenas sabia que algo estava errado. Foi aí que eles me disseram que tinhas morrido.
“Ele morreu ontem, suicidou-se…”
Não conseguia acreditar… Tu, que amavas a vida e tinhas descoberto o que querias, suicida? Não podia ser. Tu não te tinhas suicidado.
Tinha sido o teu pai, a culpa foi dele… Ele teria de ter feito ou dito algo que te levasse a fazer algo tão desesperado como o suicídio. Ele tinha morto o teu espírito, a tua alma de poeta… Ele foi o culpado da tua morte… Tu apenas te desfizeste do corpo sem vida…
Por isso vim dizer-te o que nunca pude.
Nunca me vou
Esquecer do que fizeste por mim.
Isto, que hoje sou, é graças a ti.
Lembra-te de quem fostes e sê sempre assim…
Adeus…
Voltaremos a encontrar-nos quando também eu for um membro do Clube dos Poetas Mortos.
(Apeteceu-me... Que se há-de fazer? -.-')
No dia em que fui transferido e descobri que eras o meu colega de quarto, começaste logo a ser simpático e tornaste-te no meu melhor amigo. Não foste o único a tentar meter conversa e fazeres com que me integrasse, mas foste o único a insistir quando todos os outros desistiram… Foste o único que reparou que eu existia, mesmo quando eu já tinha desistido de tentar fazê-lo… Obrigado!
Foi graças a ti que me juntei ao Clube e, embora o resto dos iniciados o tenha abandonado, é por ti que ainda venho cá, como uma homenagem. E é isso que estou aqui a fazer hoje, embora eu ainda seja um iniciado e tu já sejas um membro a sério, visto que agora tens o que precisavas para o ser: estás morto.
Há já um ano, tinhas actuado na estreia do “Sonho de Uma Noite de Verão”. Tinhas feito a melhor representação da tua vida (e eu tinha-te visto a ensaiar todas as noites e já pensava que eras mesmo muito bom). Nunca te tinha visto tão feliz, pelo menos até aparecer o teu pai… Obrigou-te a entrar no carro e desapareceram os dois.
A partir daí, não sei o que se passou entre ti e ele, mas no dia seguinte quando o resto do Clube me foi acordar… Não sei explicar o que senti. Apenas sabia que algo estava errado. Foi aí que eles me disseram que tinhas morrido.
“Ele morreu ontem, suicidou-se…”
Não conseguia acreditar… Tu, que amavas a vida e tinhas descoberto o que querias, suicida? Não podia ser. Tu não te tinhas suicidado.
Tinha sido o teu pai, a culpa foi dele… Ele teria de ter feito ou dito algo que te levasse a fazer algo tão desesperado como o suicídio. Ele tinha morto o teu espírito, a tua alma de poeta… Ele foi o culpado da tua morte… Tu apenas te desfizeste do corpo sem vida…
Por isso vim dizer-te o que nunca pude.
Nunca me vou
Esquecer do que fizeste por mim.
Isto, que hoje sou, é graças a ti.
Lembra-te de quem fostes e sê sempre assim…
Adeus…
Voltaremos a encontrar-nos quando também eu for um membro do Clube dos Poetas Mortos.
(Apeteceu-me... Que se há-de fazer? -.-')
segunda-feira, 13 de julho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
FULL METAL ALCHEMIST

Bem, já algum tempo que terminei Saiyuki Reload Gunlock... Por isso arranjei uma nova anime para ver: Full Metal Alchemist!

sexta-feira, 15 de maio de 2009
EU GOSTO DE VIVER, PORQUE...
(Bem... Eu escrevi este texto como trabalho de Filosofia, mas como até gostei dele resolvi postá-lo aqui...)
Todos os dias há novas experiências para serem vividas, novas coisas a aprender, novos amigos a conhecer. Estas são algumas das razões que me fazem gostar de viver.
Na nossa vida rimos, choramos, amamos, sofremos, ganhamos e perdemos, no entanto não desistimos e continuamos a lutar. Lutamos por um sonho, pelos nossos amigos e pela nossa família, coisas que temos e das quais não queremos abdicar. Fazemos o melhor que podemos por nós e pelos que nos rodeiam, pois tal como disse Joan Baez: «Não podemos escolher como vamos morrer. Ou quando. Podemos somente decidir como vamos viver.» Por isso é que a nossa vida não nos afecta só a nós, mas também aos outros, porque, por mais breve que seja a nossa existência, inserimos certas pessoas nas nossas vidas e somos inseridos nas vidas de outras pessoas e com elas partilhamos as nossas alegrias e tristezas.
Não importa o quanto já vivemos. Nunca esqueceremos o passado. No entanto, a nossa curiosidade pelo amanhã faz-nos continuar a querer viver procurando alcançar os nossos sonhos, desejando novas experiências, imaginando o que nos espera no futuro e quem iremos conhecer.
Gosto de viver, porque procuro sentido na minha vida. Nela há coisas que não quero perder como a família, os amigos, o “caminho” percorrido e o que me falta percorrer. E estes são sonhos pelos quais vale a pena viver.
Todos os dias há novas experiências para serem vividas, novas coisas a aprender, novos amigos a conhecer. Estas são algumas das razões que me fazem gostar de viver.
Na nossa vida rimos, choramos, amamos, sofremos, ganhamos e perdemos, no entanto não desistimos e continuamos a lutar. Lutamos por um sonho, pelos nossos amigos e pela nossa família, coisas que temos e das quais não queremos abdicar. Fazemos o melhor que podemos por nós e pelos que nos rodeiam, pois tal como disse Joan Baez: «Não podemos escolher como vamos morrer. Ou quando. Podemos somente decidir como vamos viver.» Por isso é que a nossa vida não nos afecta só a nós, mas também aos outros, porque, por mais breve que seja a nossa existência, inserimos certas pessoas nas nossas vidas e somos inseridos nas vidas de outras pessoas e com elas partilhamos as nossas alegrias e tristezas.
Não importa o quanto já vivemos. Nunca esqueceremos o passado. No entanto, a nossa curiosidade pelo amanhã faz-nos continuar a querer viver procurando alcançar os nossos sonhos, desejando novas experiências, imaginando o que nos espera no futuro e quem iremos conhecer.
Gosto de viver, porque procuro sentido na minha vida. Nela há coisas que não quero perder como a família, os amigos, o “caminho” percorrido e o que me falta percorrer. E estes são sonhos pelos quais vale a pena viver.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
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